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COCHILOS LONGOS E FREQUENTES PODEM AUMENTAR RISCO DE MORTALIDADE; ENTENDA RELAÇÃO

Nem toda soneca vai necessariamente trazer consequências negativas, mas um estudo publicado na revista científica 'Nature Medicine' que a frequência e duração dos cochilos podem aumentar chance de morte por qualquer causa.

23/04/2026 09h51
Por: Redação
COCHILOS LONGOS E FREQUENTES PODEM AUMENTAR RISCO DE MORTALIDADE; ENTENDA RELAÇÃO

Os cochilos são uma estratégia clássica para tentar rapidamente recuperar a energia em dias de muito cansaço – quem nunca tirou uma soneca reparadora, daquelas que a gente acorda sem saber onde está, que atire a primeira pedra.Mas uma nova pesquisa mostra que os inocentes cochilos durante o dia podem ser, no limite, mortais.O estudo, publicado na revista científica "JAMA Network Open" revelou que pessoas que tiram frequentemente sonecas longas, especialmente durante a manhã, têm maior risco de mortalidade por qualquer causa.O grupo analisou dados de mais de 1300 participantes, com 56 anos ou mais, em um acompanhamento que durou 19 anos.

O objetivo era compreender se características como frequência e duração dos cochilos entre idosos poderiam estar associadas a uma chance maior de morte.Nas conclusões, os pesquisadores destacam que, uma vez que cochilar é um comportamento comum entre idosos, os achados levantam uma séria preocupação sobre o impacto desse hábito na longevidade ração a dormir no início da tarde)Os cochilos são uma estratégia clássica para tentar rapidamente recuperar a energia em dias de muito cansaço – quem nunca tirou uma soneca reparadora, daquelas que a gente acorda sem saber onde está, que atire a primeira pedra.

Mas uma nova pesquisa mostra que os inocentes cochilos durante o dia podem ser, no limite, mortais.O estudo, publicado na revista científica "JAMA Network Open" revelou que pessoas que tiram frequentemente sonecas longas, especialmente durante a manhã, têm maior risco de mortalidade por qualquer causa.O grupo analisou dados de mais de 1300 participantes, com 56 anos ou mais, em um acompanhamento que durou 19 anos. O objetivo era compreender se características como frequência e duração dos cochilos entre idosos poderiam estar associadas a uma chance maior de morte.

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Nas conclusões, os pesquisadores destacam que, uma vez que cochilar é um comportamento comum entre idosos, os achados levantam uma séria preocupação sobre o impacto desse hábito na longevidadeOs pesquisadores ponderam que o estudo não analisou as causas específicas de morte nem é capaz, unicamente, de explicar por que os cochilos, com essas características já descritas, estão associados a maiores índices de mortalidade.

Apesar disso, há alguns problemas de saúde que podem explicar essa relação:Mecanismos cardiovasculares, Distúrbios do sono, Doenças crônicas (como doenças respiratórias crônicas, diabetes e neurodegeneração), Inflamação sistêmica.Em todas essas situações, há uma potencial influência no sono, o que pode fazer com que a pessoa se sinta menos disposta e mais sonolenta ao longo do dia e tire mais cochilos – ou seja, as sonecas seriam uma consequência direta de um problema de saúde já existente. "Isso sugere que o cochilo diurno não é apenas uma compensação por um sono noturno ruim, mas pode atuar como um marcador independente de risco de mortalidade", destacam os pesquisadores.

 

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