Moradores de Além Paraíba têm enfrentado, nos últimos dias, uma sequência de interrupções rápidas no fornecimento de energia elétrica que vêm causando indignação e preocupação generalizada. Os chamados “apagões relâmpago” acontecem de forma súbita, sem qualquer aviso prévio e, segundo relatos, sem que haja chuvas, ventanias ou outros eventos climáticos que normalmente justificariam oscilações na rede elétrica.
As interrupções, embora rápidas — muitas vezes com duração inferior a um minuto — têm ocorrido de maneira repetitiva ao longo do dia. A energia é cortada e restabelecida quase imediatamente, porém a frequência dessas ocorrências tem sido suficiente para provocar transtornos e prejuízos aos consumidores.
Entre as principais reclamações está o risco constante de danos a equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos. Televisores, geladeiras, computadores, roteadores e aparelhos mais sensíveis à variação de energia estão entre os itens mais vulneráveis às quedas repentinas, especialmente quando não há tempo hábil para desligamento preventivo.
Consumidores afirmam que o problema vai além do desconforto momentâneo. Muitos relatam que aparelhos já apresentaram defeitos após as oscilações, levantando a preocupação com custos de reparo ou substituição. A insatisfação aumenta diante da percepção de que o processo para solicitar indenização junto à concessionária é burocrático e, segundo moradores, repleto de exigências que acabam dificultando o ressarcimento.
A concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica no município, a Energisa, ainda não apresentou explicações públicas claras sobre a origem dos cortes recorrentes. A ausência de comunicação oficial contribui para a sensação de insegurança entre os consumidores, que cobram transparência e medidas efetivas para evitar novas interrupções.
Especialistas alertam que oscilações frequentes, mesmo de curta duração, podem causar impactos cumulativos nos equipamentos elétricos, reduzindo sua vida útil e aumentando o risco de queima definitiva. Por isso, cresce entre os moradores a busca por estabilizadores, filtros de linha e nobreaks, alternativas que representam custos adicionais para o consumidor.
Enquanto aguardam esclarecimentos, moradores seguem registrando reclamações e pedem maior fiscalização dos órgãos competentes para garantir a regularidade do serviço e a proteção dos direitos do consumidor. A expectativa é que haja investigação técnica e posicionamento oficial capaz de explicar as causas das interrupções e apresentar soluções definitivas para o problema que já se tornou parte da rotina da cidade.
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