Um médico da região, que pediu para não ter seu nome divulgado, afirmou estar sendo vítima de perseguição insistente e assédio por parte de uma jovem solteira, de aproximadamente 25 anos. A pedido do próprio profissional, nem a identidade dele nem a dela será revelada neste momento, com o objetivo de evitar exposição e maiores constrangimentos — porém ele alerta que, caso a situação continue, poderá tornar o caso público com riqueza de detalhes e recorrer formalmente à Justiça.
Segundo o relato, tudo começou por meio de mensagens privadas nas redes sociais. A jovem teria iniciado conversas com “investidas” de cunho pessoal que rapidamente evoluíram para conteúdo sexual explícito. O médico afirma que passou a receber mensagens com descrições de desejos e, posteriormente, fotografias íntimas classificadas por ele como impublicáveis.
O profissional garante que jamais manteve qualquer relação com a autora além de uma única consulta médica, realizada dentro da normalidade clínica. Mesmo assim, as mensagens teriam passado a incluir relatos de supostos momentos vividos entre os dois — encontros que, segundo ele, nunca ocorreram.
A situação ganhou contornos ainda mais preocupantes quando a jovem passou a abordá-lo fora do ambiente profissional. Em um posto de gasolina, ela o teria interpelado em voz alta afirmando que estava ali para devolver um anel que ele supostamente teria lhe dado — presente que, segundo o médico, nunca existiu.
Ele relata ainda ter trocado o número de telefone três vezes, mas a autora consegue os novos contatos por meio de amigas. Em uma única noite, chegaram a ser enviadas 44 mensagens pelo aplicativo WhatsApp.
Além disso, o médico afirma estar sendo seguido. A jovem aguardaria sua chegada ao consultório ou unidade de saúde e já chegou a gritar em via pública que teria passado a noite esperando por ele.
A prática é conhecida como stalking, caracterizada por perseguição reiterada capaz de causar medo ou perturbação da liberdade da vítima. No Brasil, trata-se de crime tipificado no Artigo 147-A do Código Penal, podendo resultar em pena de reclusão.
O profissional relatou ter procurado familiares da jovem, que teriam dito não poder intervir e mencionado que ele seria possivelmente a quinta pessoa alvo desse comportamento nos últimos anos.
O médico afirma temer que a situação evolua para algo ainda mais grave, prejudicando sua reputação profissional e sua vida pessoal.
Especialistas lembram que, em muitos casos, comportamentos obsessivos dessa natureza podem estar associados a transtornos psiquiátricos que necessitam de acompanhamento e tratamento adequado. Ainda assim, a recomendação é que a vítima registre ocorrência e reúna provas, sobretudo quando a perseguição se torna insistente.
Por ora, o profissional tenta evitar exposição pública — mas admite: se o quadro persistir, poderá buscar medidas judiciais e tornar o caso oficialmente conhecido.
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