A administração Municipal segue realizando a demolição controlada do prédio onde funcionava a Comércio e Representações Côrtes que hoje integra a massa falida da mencionada empresa. Sem condições de arcar com os custos da demolição o síndico da falência da empresa disse que não poderia arcar com quase 500 mil reais para demolir o prédio que ameaça ruir. O Prefeito autorizou que a demolição fosse custeada com recursos públicos o que não deveria ter ocorrido. Como se trata de uma empresa privada pode se considerar um absurdo o uso de recursos públicos para o custeio de qualquer obra em espaço particular.
Com as fortes chuvas do mês passado, o prédio que já estava em ruínas tornou-se ainda mais perigoso. Se a edificação viesse a desabar represaria o Rio Limoeiro causando enchentes e ainda poderia prejudicar casas em seu entorno e até principalmente, ferir pessoas que vivem no bairro, alega o governo municipal.
Segundo o Secretário Municipal de Serviços e Obras Públicas, Plínio Moreira Filho, a decisão foi de arcar com custos da demolição foi acertada e necessária e a intervenção já está concluída em 40 por cento. Se a moda pega a Prefeitura passará a arcar com eventuais necessidades de empresas ou massas falidas de organizações privadas. Fica a pergunta.
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