A moradora da Ilha Recreio, Emily Marota (foto reprodução / rede social) fez contato com o Editor do Jornal A Gazeta na manhã de hoje (19/09) informando ter sido ela a autora das reclamações ao Ministério Público acerca dos ensaios da bateria da Escola Estadual Dr. Alfredo Castelo Branco. A notícia foi publicada tanto no site do Jornal A Gazeta quanto no Programa Dauro Machado na Rádio CPN. Nas notícias tanto na rádio quanto no Jornal o nome de quem fez a reclamação não foi citado já que o Jornalista Dauro Machado só teve acesso as decisões do Promotor de Justiça através de terceiros. Nas decisões inclusive fica consignado a reclamação teria sido feita nos canais de ouvidoria do MP mas não menciona autoria.
Emily Marota ao contactar o Jornalista Dauro Machado afirmou ter sido de fato ela que fez a reclamação mas ressaltou que não é contra os ensaios da Fanfarra da Escola Castelo Branco, mas que tem havido por parte da instituição descumprimento do Alvará concedido pela Prefeitura. Segundo Emily Marota o que ela e outros moradores vizinho a Escolas esperam é que os ensaios ocorram nos dias e horários previstos pelo Alvará concedido, ou seja as terça e quartas, de 19 as 21 horas e aos sábados e domingos, de 16 as 19 horas. Ela afirma que os moradores tem ciência do Alvará e de certa forma se preparam para os dias de ensaios.
Emily afirma ser portadora de TEA - Transtorno do Espectro Autista, o que não foi veiculado ou mesmo insinuado tanto na publicação quanto no programa de Rádio, primeiramente por ser do conhecimento do Jornalista e também pelo fato de não ser correto ou ético abordar questões deste tipo. Portadores de Espectro Autista tem sensibilidade a sons em alto volume.
Em mensagem de áudio enviada para o Jornalista Dauro Machado, Emily afirma: "Sobre a questão de ontem acho que ficou um ponto não esclarecido. Alguns moradores aqui da Ilha não são contra a cultura de forma nenhuma, a gente sabe que isso aí é um direito garantido constitucionalmente independente de qualquer outra coisa. A questão toda é que eles não vem cumprindo os dias e os horários que foram estabelecidos pela Prefeitura. No próprio Alvará está dizendo que os ensaios devem ser feitos nas terças e quartas. Na semana passada terve terça, quarta, quinta. A gente já se programa pra terça e quarta ter o ensaio, ok, mas aí chega na quinta é uma coisa que é inesperada. As pessoas de idade tomam remédios a mais pra dormir, uma coisa que desprograma completamente a rotina das pessoas. Então é isso. Não é a questão de não ter fanfarra, a gente não é contra isso. Tem mais é que ter. Eles tocam bem, tocam até música internacional que eu ouvi, bem banaca. O que a gente quer é que seja cumprido de fato os horários. Cumprindo os horários direitinho fica tudo certo. Acho que fica bom para ambas as partes e acabou o problema."
De fato a Escola precisa até mesmo em nome da manutenção da política da boa vizinhança cumprir o que consta no Alvará, realizando seus ensaios nos dias e horários autorizados pela Municipalidade. Ã senhora Emily Marota ao se dirigir ao Editor do Jornal A Gazeta pareceu muito tranquila e realmente interessada apenas no cumprimento do horário estebelecido pela Prefeitura, o que de fato, deve ser levado em conta pela Escola Estadual Castelo Branco.
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