Num depoimento emocionado a reportagem de A Gazeta sob a condição de anonimato, uma pequena empresária de Além Paraíba, afimrou estar vivendo seu maior inferno: Não conseguir se livrar do crack, uma das drogas mais viciantes que existe. Ela contou com poucas pessoas sabem de seu problema e que assim que detectou sua total dependência do entorpecente, preferiu se mudar da cidade para centros maiores onde pudesse usar a droga com mais "tranquilidade" e sem envergonhar seus Pais que residem em Além Paraíba. Ela conta que iniciou o tratamento para se livrar do vício há cerca de um ano e que nesse período já passou por duas recaídas. "É um vontade incontrolável, você usa e logo depois quer usar de novo. Perdi tudo, minha loja deixei com uma prima, meu namorado e até minha vaidade. Sou uma morta viva", afirmou LGM, cujo nome será completo será preservado.
O crack é uma pasta de cocaína misturada a éter e bicarbonato de sódio. Essa mistura é feita sob água quente. Quando resfriada, ela empedra. Por isso, a droga é fumada em cachimbo. Assim como a cocaína, o crack aumenta a produção e a liberação de dopamina, o neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Por ser fumado, o crack chega mais rápido ao cérebro e vicia mais rápido também, pois seu efeito é mais intenso. Quando cheirada, a cocaína passa pelo nariz e pelo sistema respiratório. Algumas partículas se perdem durante esse percurso. “No crack, a cocaína vai imediatamente para os pulmões, onde os alvéolos jogam a droga direto no sangue e no cérebro
Quando o efeito passa, dez minutos depois da tragada, os estoques de dopamina no cérebro ficam reduzidos. Aí, o cérebro sente a necessidade de voltar à euforia alcançada antes. É a dependência. O tratamento é feito com terapia e com medicamentos mas os riscos de recaídas estão presentes durante todo o processo que pode durar alguns anos. O crack é uma droga relativamente barata por isso é usada muitas vezes por dependentes de baixa renda. Segundo especialistas no assunto, o melhor é nunca experimentar já que os riscos de dependência acontece após o terceiro uso.
A Além-paraibana está na cidade visitando a família, está segundo ela "8 meses limpa", ou seja sem usar a droga. Ela conta que passou por tragédias nas cracolândias do Rio de Janeiro e São Paulo, dormiu na rua, foi violentada, agredida além de ter vendido tudo de valor que possuia por uma "tragada a mais".
77 ANOS DA RÁDIO RÁDIO CPN FM 100,9 CELEBRA 77 ANOS DE HISTÓRIA E PROTAGONISMO NA COMUNICAÇÃO REGIONAL
UM DIA DE FÚRIA CLIENTE DA VIVO AGRIDE FISICAMENTE VENDEDOR DA LOJA FRANQUEADA DA EMPRESA
RESSONÂNCIA EXAMES DE RESSONÂNCIA DA CLÍNICA DIAGNÓSTICA DEVEM COMEÇAR MUITO EM BREVE
SERVIÇO TOP SHEKINAH LOCAÇÃO DE VEÍCULOS PRESTA OS MELHORES SERVIÇOS DE TRANSPORTE EXECUTIVO EM BRASÍLIA
TRATADOS COM AMOR IPET RECEBE PRÊMIO DESTAQUE DO ANO EM SEU SEGMENTO. A LOJA É O PARAÍSO DOS CÃES E GATOS
CAP VOLTA A VIDA ALUNOS DO 6º AO 9º ANO PASSAM A ESTUDAR NO PRÉDIO DO ANTIGO COLÉGIO ALÉM PARAÍBA Mín. 20° Máx. 29°
Mín. 19° Máx. 28°
Parcialmente nubladoMín. 19° Máx. 26°
Tempo nublado