O Promotor de Justiça. Dr. José Gustavo Guimarães da Silva (foto), responsável pela fiscalização das atividades policiais determinou a instauração de procedimento de investigação no âmbito do Ministério Público e também instauração de inquérito policial para apurar se houve excessos por parte da Polícia Militar (ROTAM) na ação realizada no Morro do Cemitério que culminou com a morte de Júlio Porto por disparo de arma de fogo. A ocorrência aconteceu no dia 22 de agosto de 2025. Familiares de Júlio Porto, sobretudo a mãe e a avó afirmam que a ROTAM atirou em Júlio, de 19 anos, que estava desarmado e não ofereceu qualquer resistência a abordagem policial. Segundo a avó de Júlio, Dona Neide, após terem atirado em seu neto, policiais perguntaram o nome e o apelido do rapaz. Dona Neide disse ter informado que Júlio não tinha qualquer apelido e que o Policial perguntou por um outro indivíduo. Desconsolada a avó declaro no Programa Dauro Machado (Rádio CPN) que seu neto foi morto por engano, que não era envolvido com tráfico e que a polícia procurava no entendimento dela por outra pessoa.
Familiares de Júlio também procuraram o Ministério Público solicitando providência por parte do Promotor de Justiça. Com os procedimentos abertos haverão investigações que culminarão com a conclusão se houve ou não houve excesso na ação policial e se Júlio Porto foi morto por engano.
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