Em um mundo cada vez mais conectado, onde crianças têm acesso a smartphones, tablets e computadores desde muito cedo, cresce uma preocupação entre especialistas: a adultização precoce da infância. O termo refere-se ao processo em que crianças e adolescentes passam a adotar comportamentos, linguagens e atitudes típicas de adultos antes do tempo adequado para sua maturidade emocional e psicológica.
A adultização pode se manifestar de diferentes formas: no modo de se vestir, de falar, nas músicas que consomem, nos conteúdos que assistem e, principalmente, no uso das redes sociais. Se, por um lado, a internet oferece oportunidades de aprendizado e lazer, por outro, também expõe os pequenos a riscos como a erotização precoce, a pressão estética e até contatos com desconhecidos que podem representar perigos reais.
Plataformas digitais são programadas para atrair a atenção, e muitas vezes trazem conteúdos não adequados à faixa etária infantil. Vídeos, séries, músicas e influenciadores digitais podem induzir comportamentos de adultos em crianças, como sensualização, consumo exagerado e uso de gírias ou opiniões sem o devido entendimento.
A psicóloga infantil Mariana Souza explica que “a infância é uma fase de desenvolvimento essencial, e pular etapas pode comprometer a autoestima, a saúde emocional e até as relações sociais da criança no futuro. O excesso de estímulos adultos gera ansiedade e frustrações desnecessárias”.
A participação ativa dos pais é fundamental para proteger e educar os filhos nesse universo digital. Algumas medidas importantes são:
Supervisão constante: acompanhe os conteúdos que seus filhos assistem e com quem interagem nas redes.
Definição de limites: estabeleça horários para o uso da internet e incentive atividades offline, como brincadeiras, esportes e leitura.
Diálogo aberto: converse sobre o que é visto online e explique, de forma acessível, o que é ou não adequado para a idade.
Educação digital: ensine sobre privacidade, respeito e cuidado ao compartilhar informações pessoais
A sociedade precisa refletir sobre o valor de preservar a infância. O mundo adulto, com suas pressões e responsabilidades, chegará inevitavelmente. Cabe aos pais, familiares e educadores proteger esse tempo único, garantindo que as crianças possam viver suas fases de forma saudável e equilibrada.
A internet não precisa ser vista como inimiga, mas sim como uma ferramenta que deve ser usada com responsabilidade. O desafio está em equilibrar o acesso à tecnologia com a preservação da inocência e do direito de ser criança.
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