O governo federal prorrogou o prazo para que aposentados e pensionistas possam contestar descontos indevidos relacionados a fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A nova data limite passa a ser 20 de junho.
A decisão foi oficializada em publicação no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (27), ampliando mais uma vez o período destinado à regularização das cobranças irregulares. Inicialmente, o prazo havia sido estendido até 20 de março, mas foi novamente prorrogado diante da alta demanda.Segundo dados mais recentes divulgados pelo INSS, até o dia 16 de março, mais de 6 milhões de beneficiários já haviam contestado os descontos considerados indevidos. Desse total, cerca de 4,3 milhões aderiram ao acordo proposto para devolução dos valores.
Ainda de acordo com o balanço, aproximadamente R$ 2,9 bilhões já foram restituídos aos segurados em todo o país, evidenciando a dimensão do problema e o impacto financeiro das irregularidades.A prorrogação do prazo busca garantir que mais beneficiários tenham tempo hábil para verificar seus extratos, identificar cobranças não autorizadas e solicitar a devolução dos valores.O INSS orienta que aposentados e pensionistas acompanhem seus benefícios regularmente e utilizem os canais oficiais para registrar contestações, evitando novos prejuízos.
O caso reforça a importância da fiscalização sobre descontos em benefícios previdenciários e a necessidade de proteção dos segurados contra práticas fraudulentas.
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