Em todo o resto do mundo, qualquer cidadão aciona o serviço de resgaste de urgência ligando e informando o atendente o mínimo de informações. Enquanto a ambulância é deslocada, já a caminho, se houver necessidade outras questões são feitas a quem acionou o resgate. Primeiro vai a ambulância, já que há vida em risco, depois se resolve outras questões.
No Brasil, sobretudo em Minas Gerais e MUITO em nossa região acontece o contrário. Você liga para o SAMU relata a ocorrência e do outro lado da linha a atendente faz longas e intermináveis perguntas escrúxulas. Depois de cerca de 10 minutos a atendente passa para um médico regulador que refaz as perguntas e só então decide se despacha ou não a ambulânica. Enquanto isso o paciente, via de regra acidentado agoniza esperando por socorro. Algumas das perguntas como: O paciente está cianótico, O paciente está sudoreico, O paciente está dispineico, são feitas a simples leigos que muitas vezes ligaram para o serviço sem conhecer a vítima, apenas para ajudá-la. Este questionário macabro atrasa o atendimento e acaba por fazer com que muitas pessoas prefiram passar ao largo de um acidente e não se envolver chamando o SAMU ciente de que responderá o que não sabe e sabedor que o SAMU vai demorar a "despachar a ambulância para prestar socorro".
Foi exatamente isso que ocorreu na tarde de 25 de março quanto o Oficial de Justiça conhecido por sorriso tomou um grave tombo da motocicleta que conduzia na Rua Barão de Guararema praticamente ao lado da CENTRAL DE AMBULÂNCIAS DO SAMU. A roda de sua moto entrou na linha do trem, fato costumeiro na cidade e ele acabou caindo com o veículo. O SAMU foi acionado e um grande número de pessoas ficou próxima aguardando o socorro que mais uma vez fez intermináveis perguntas cretinas a quem o acionou.
O Editor de A Gazeta passava pelo local no momento do acidente, parou em frente a Sede do SAMU e em alto volume chamou pelos atendentes conclamando-os a socorrer a vítima que ao fim foi resgatada e levada para o Hospital para atendimento. Importante frisar que os funcionários do SAMU não tem autorização de deslocar a ambulância para socorro antes de autorizado expressamente pela central de atendimento do serviço que fica em Juiz de Fora.
Há relatos de pessoas, inúmeras por sinal, que ao passar por situação de um paciente que precisa de imediato socorro, aciona o SAMU e a demora é tanta que a própria pessoa pega o paciente no colo coloca o no carro e o leva para o Hospital. Entre a vida e a morte, 5 minutos apenas pode fazer toda a diferença. Dias desses uma empresária da Praça Coronel Breves relatou que um senhora entrou em uma espécie de convulsão na Praça Coronel Breves, em frente a sede do SAMU. A empresária foi ao local chamou os atendentes que informaram não poder atender. SUSTENTADO PELOS MUNICÍPIOS QUE DÃO LOCAL, ESTRUTURA E OUTROS BENEFÍCIOS, O SAMU DE MINAS E DE ALÉM PARAÍBA PRESTAM UM SERVIÇO CAPENGA, VERGONHOSO E INEFICIENTE.
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