Quando um evento "flopou" é o mesmo que dizer que não atingiu o público alvo e que foi bem aquém do que se esperava.
O final de semana contou com um evento em homenagem a Biblía realizado na Praça Coronel Breves, em São José, onde há anos não existem mais certames deste tipo. A festa de maio, quermesse católica e a festa do milho, quermesse protestante deixaram de ser realizadas ha anos. Na sexta feira (12) o evento acabou por não acontecer em razão da chuva. No sábado segundo informações de moradores e vizinhos da Praça pouco mais de 50 pessoas estiveram participando do evento.
O evento era voltado ao público Evangélico mas não se viu por lá a presença ou participação oficial na gestão da festa de nenhuma Igreja Evangélica tradicional de Além Paraíba. Haviam até membros de uma outra denominação religiosa mas nenhuma liderança das importantes Igrejas Evangélicas da cidade. PERGUNTA 1: Porque será?
Uma enorme estrutura foi montada na Praça Coronel Breves com palco de grande dimensão, tendas, som e luz de primeira. Falando em som, o evento levou os moradores do entorno a loucura. O alto volume das caixas acústicas se prolongou até a madrugada ainda que o público presente fosse inexpressivo. PERGUNTA 2, 3 e 4: Quem pagou toda esta estrutura? De onde vieram os recursos financeiros para o custeio do evento? Quem foi o realizador do certame?
O princípio da laicidade do Estado na Constituição Federal veda o custeio no todo ou em parte de eventos religiosos. O estado (união, estados e municípios) não podem dispender recursos públicos para um ou outro evento de cunho religioso; A partir disso imagina-se que não houve dispendio de recursos dos cofres públicos já que se tratava de evento totalmente religioso.
O Vereador "Pastor Paulinho" parece que era um dos coordenadores do evento, tendo inclusive "funcionado" como apresentador, comandado a "festa" sobre o palco. Terá sido ele que bancou o evento? Se sim a atitude é digna de elogios, ainda que os critérios para o volume do som não tenha sido respeitosamente levado em conta já que se trata de uma área residencial.
Eventos do gênero podem e devem ser feitos em Além Paraíba em locais adequados para este tipo de certame como por exemplo o Parque de Exposições que pode ser usado em parte para abrigar tais festas, como acontece ao longo do ano. O evento segundo apuramos foi um fiasco. Terá dado prejuízo? Se sim, quem arcará com as despesas?
Sobre o palco, como sabemos trata-se de estrutura elevada onde se apresentam artistas e onde muitos o procuram em períodos convenientes para aparecer e consolidar a própria figura para seus interesses, sejam religiosos, políticos ou o que é pior: RELIGIOSOS COM FINS DE OBTENÇÃO DE VANTAGEM POLÍTICA.
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