Infelizmente Além Paraíba como a maioria das cidades mineiras não teve a sorte de ter a CEMIG - Centrais Elétricas de Minas Gerais como fornecedora de energia elétrica. Desde sempre a ENERGISA que já Cia. Força e Luz Cataguases Leopoldina é a responsável pelo serviço. Apesar de ter uma equipe de funcionários que são gentis e educados, a concessionária faz o que quer na cidade, vende uma energia cara, não investe em projetos como faz em outros municípios e é detestada pela população.
A mais nova "moda" na ENERGISA são os chamados "desligamentos programados". Ao invés de realizar manutenções constantes, a concessionária optou por deixar bairros inteiros sem energia elétrica por horas para reparos na rede elétrica. Através de mensagens por celular e avisos a ENERGISA simplesmente comunica que tal bairro ficará sem energia. Os cortes geralmente começam as 10 horas da manhã e a energia só é restabelecida no final da tarde. Uma vergonha, um desrespeito com clientes. Pessoas físicas e empresas simplesmente ficam sem ENERGIA ELÉTRICA por 5 ou 6 horas. No caso de empresas, os funcionários são mandados para casa, não há o que fazer. No dia 23 de setembro, as 10 horas da manhã a ENERGISA cortou o fornecimento em grande parte do Bairro São José e só voltou com a energia elétrica as 15:50 horas. Que vergonha.
A ausência de incentivo a projetos culturais e sociais em Além Paraíba, diferente do que acontece em outros municípios é um sinal claro dos desdém que a concessonária tem pela cidade. Em Além Paraíba a única participação da ENERGISA é no Museu/Pop Cine. Na verdade não se trata de investimento coisa alguma. Por via de dedução de impostos, a ENERGISA destina verba a estas entidades e desconta o que destinou nos impostos que tem que pagar ao Governo.
A falta de empatia está também no "call center". Só se é possível falar com as atendentes da ENERGISA através de 0800, apesar da empresa estar "forçando" que os consumidores "conversem" pelo aplicativo de mensagens Whatsapp, ainda que muitos não tenham "intimidade" com este tipo de comunicação. O atendimento é distante. Ao ligar para o "call center", as atendentes estão normalmente no Nordeste do Brasil, portante incumbem-se apenas de repetir o que está escrito em um pré roteiro nas telas de seu computador. Tudo automático, ensaiado e lotado de gerundismos: "Vou estar anotando! Vou estar vendo! Vou estar passando o protocolo".
A ENERGISA que nos tempos de Ormeu e Ivan Botelho era uma empresa próxima dos Municípios que atende hoje tornou-se um enorme conglomerado que fornece energia para vários estados do Brasil numa relação meramente comercial. Em Além Paraíba não é surpresa. A ENERGISA sempre desprezou a cidade. E os cortes programados? Vão continuar acontecendo. Mais e os clientes? Para a ENERGISA, clientes são apenas UM DETALHE.
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